Thiago Nunes condenado a indisponibilidade de bens

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Agrestina continua sendo o centro das atenções da política regional, infelizmente, de forma negativa. Depois de ter seu prefeito, Thiago Nunes (MDB), e vice, Zito da Barra, cassados, algo inédito na história da cidade, hoje, uma nova “bomba” política: mais uma indisponibilidade de bens do patrimônio do ex-prefeito e de auxiliares seus.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco decidiu pela indisponibilidade tendo em vista contratações consideradas ilícitas junto ao INSTITUTO PERNAMBUCANO DE PLANEJAMENTO MUNICIPAL. Este foi contratado para coordenar voluntários para projetos do município, como na alfabetização, mas foi visto, posteriormente, que até analfabetos estavam sendo responsáveis por essa alfabetização, além de outras questões consideradas irregulares por diversos órgãos da Justiça.

Segundo a decisão do TJPE, a liminar para determinar a indisponibilidade de bens dos requeridos “é no esforço de garantir a utilidade do provimento condenatório final e o ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos, no valor total de R$ 3.071.929,98, montante total dos recursos percebidos do Município para aplicação com despesas de recrutamento e bolsa-auxílio dos voluntários”.

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