Secretário de Desenvolvimento Social de Caruaru participa de ato internacional de moradia popular

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 O secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Caruaru, Fernando Silva, representou nesta quinta-feira (23) a prefeita, Raquel Lyra, no encontro com representantes de quatro países latino-americanos (Brasil, Chile, Argentina e Panamá), que aconteceu no Salão Nobre da Câmara de Vereadores do município. Na oportunidade o secretário recebeu da União dos Movimentos de Moradia, o Documento de Reivindicação Autogestionária de Habitação, junto com o presidente da Câmara de Vereadores de Caruaru, Lula Torres.  

A SELVIP (Secretaria Latino Americana de la Vivienda Popular) e o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), também fizeram parte da produção do documento que prevê a implementação de um programa autogestionário de habitação popular. O grupo está realizando um intercâmbio de moradias populares em alguns municípios pernambucanos para conhecer a implantação, o funcionamento e o acompanhamento social dos empreendimentos, como fonte de pesquisa.

O secretário Fernando Silva destacou a importância do trabalho realizado pelos movimentos envolvidos. “O documento que eu recebi expressa a possibilidade concreta de construir moradias com recursos públicos a menor custo, se comparadas aos imóveis que são desenvolvidos por outras organizações.  Eu irei entregar à prefeita Raquel Lyra para que a gente possa fazer os estudos necessários e verificar como Caruaru pode também estar caminhando nessa direção”, declarou o secretário.

Após o encontro, o grupo seguiu para um residencial no bairro Alto do Moura, para conhecer as moradias construídas através de projetos desenvolvidos pelos movimentos. Ontem eles passaram por Paulista, Olinda e Recife e seguirão nesta sexta-feira (24) para Santa Cruz do Capibaribe. “A discussão é pela elaboração de um projeto de lei que prevê recursos no orçamento do poder público para a construção de moradias de autogestão, que possam beneficiar pessoas de baixa renda com imóveis de qualidade ao preço médio de parcelas mensais de R$ 50, durante dez anos”, pontuou a coordenadora da União Nacional por Moradia Popular, Maria das Graças Xavier.

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