Fagner Fernandes usa tribuna para defender permanência dos animais da UFPE em Caruaru

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Durante a 10ª Sessão Ordinária, da Câmara Legislativa, realizada na noite desta terça feira (14), o vereador Fagner Fernandes fez uso da tribuna para externar seu sentimento de repudio, ao ato covarde que ocorreu na manhã de hoje, em pleno Dia dos Animais, contra os cães comunitários, que habitam na Universidade Federal de Pernambuco-Campus Agreste, quando três cachorros foram retirados da comunidade e encaminhados para o Controle de Vetores do Município. Ao saber do ocorrido o vereador interveio e os animais se encontram temporariamente sob a guarda do edil.

 

A atitude da instituição juntamente com o secretário de serviços públicos, Humberto Correia descumpre o termo que foi acordado no último mês de novembro, com o Ministério Público, quando depois de uma reunião entre protetores da causa animal, Gerência de Proteção Animal, União em Defesa e Respeito à Vida Animal (Uderva), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), representantes da UFPE, professores e alunos que lidam diariamente com os animais ficou decidido que os cães deviam permanecer na instituição.

 

A administração da UFPE justifica a retirada alegando que os cães que lá estavam têm comportamento bravio, assustando assim alguns funcionários e alunos da instituição. Porém na tarde de hoje o vereador Fagner esteve com os animais e não detectou comportamento agressivo por parte dos mesmos, sendo assim, o vereador solicitou um laudo técnico acerca do comportamento dos animais em questão.

 

Fagner irá lutar pela permanência dos animais na UFPE, pois se tratam de cães comunitários, ou seja, que não têm um dono definido, porém, o vínculo criado com a comunidade que o acolheu garante a eles todos os cuidados necessários. “Os animais que estão na UFPE contam com alimentação adequada, água limpa, calendário vacinal em dia e atendimento médico sempre que necessário, além de serem castrados, fato que possibilita o controle de natalidade no local. Apesar de terem sido vítimas do abandono humano, atualmente eles não estão abandonados, eles contam com a voz dos humanos que os defendem e vão continuar lutando por todos eles”, explicou Fernandes.

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